Estudos confirmam que a população está optando por comer fora do lar.

Na pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (ABRASEL), mostrou que entre outubro e dezembro do ano passado foram ótimos para a economia desse segmento, no qual o montante disponível aumentou de R$ 194,180 bilhões em 2016 para R$ 203,348 bilhões em 2017, e que neste ano o crescimento nos primeiros meses do ano já foi de aproximadamente 5%.

 

Devido a correria do dia a dia as pessoas estão optando pela praticidade de comer fora do lar, onde comidas são servidas rapidamente, principalmente nas grandes cidades brasileiras.

A principal justificativa para comer fora do lar é o fator “tempo”, pois de acordo com o consumidor, se torna muito mais prático e rápido realizar as refeições na rua, que já estão prontas, do que se locomover até suas residências para o preparo.

Há situações também em que os colaboradores se atrasam no trabalho, devido por exemplo o congestionamento no trânsito.

Diante disso, alguns gestores atualmente optam pela implantação de cozinha no próprio estabelecimento; ou pela contratação de empresas para fornecer marmitas no local, ou os funcionários estarem se locomovendo até a empresa contratada, sendo que está por sua vez, é próximo do empreendimento exatamente para não ocorrer problemas com atrasos.

Pesquisas pelo mundo sobre alimentação fora do lar

Em uma pesquisa realizada pela EAE Business School, em 2014, apenas o Estados Unidos, Japão e China encontraram-se na frente do Brasil, no qual esse estudo ainda aponta que os números podem crescer em cerca de 31% até 2019.

Todavia o número de casos pertinentes a surtos alimentares pode aumentar também, caso não haja o controle com a segurança dos alimentos, tornando-se um vilão para a saúde do consumidor.

Por isso é de suma importância a garantia da qualidade em todos os pontos da produção.

Segundo o Ministério da Saúde: Surtos alimentares são episódio em que duas ou mais pessoas apresentam os mesmos sinais/sintomas após ingerir alimentos e/ou água da mesma origem.

Desta forma é importante que os gestores responsáveis pelo setor alimentício tenham em mente a relevância da capacitação deles e de todos os colaboradores, podendo desta maneira oferecer um alimento com qualidade e fidelizando os seus clientes.

Doenças Transmitidas por Alimentos

Mais também é relevante que os consumidores conheçam onde estão comendo, evitando problemas com a sua saúde, observando sempre que possível se as boas práticas adotadas no local estão corretas.

Há muitos registros e denúncias relacionados envolvendo problemas com comidas fora do lar, porém o número poderia ser bem maior, e desta forma mostrar a realidade em números se o índice de pessoas que tem mal-estar após se alimentar informassem as autoridades responsáveis dos municípios.

Todavia, por acharem que é apenas um leve desconforto estomacal por exemplo, resolvem em sua própria residência com algum remédio, deixando para ir ao posto de saúde ou hospital apenas em situações graves, e neste caso podendo agravar o estado.

É notório que os hábitos dos brasileiros em relação a comer fora do lar está crescendo rapidamente.

Portanto não há importância se o empreendimento seja de pequeno, médio ou grande porte, mais sim os cuidados antes, durante e após a manipulação dos alimentos, garantido a segurança dos clientes.

Colunista: Izabel Bastos

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Comer fora do lar: Praticidade e Riscos
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